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Tendência colaborativa chega também às moradias

Tendência colaborativa chega também às moradias

Conceito trabalha a economia, sustentabilidade e eficiência

A economia colaborativa já é tendência em diversas partes do mundo e está presente em produtos como, por exemplo, roupas, comida, transporte, lojas e também, em moradias. Esse modelo já é considerado por algumas pessoas mais do que um estilo de vida, uma nova forma de consumo que além de trazer uma série de facilidades, gera também mais conexão entre os indivíduos.

Em 2016 o Brasil conquistou o posto de líder em economia colaborativa na América Latina, segundo o estudo divulgado no último ano, realizado pela parceria entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ministério da Economia e Competitividade espanhol e o IE Business School. O relatório revela que 32% das iniciativas fundadas na América Latina são de terras brasileiras, o país segue a frente do México e da Argentina, com 13% e do Peru, com apenas 11%.

O compartilhamento de espaços e serviços está envolvido com a mudança de comportamento atual da sociedade, que agora atinge também prédios residenciais. Em Santo André, será lançado um empreendimento que visa um condomínio de espaços compartilhados, como lavanderia pública para os moradores, um espaço de coworking e até um local para receber os amigos em volta da fogueira, como em um luau.

Na verdade, um condomínio já é um tipo de compartilhamento por oferecer espaços públicos comuns entre os moradores.

Porém o conceito pretende ir além ao oferecer dentro do prédio, uma lista de profissionais que podem ter seu serviço compartilhado entre os vizinhos, como o de personal trainer e limpeza. Utensílios como caixa de ferramentas e aspirador de pó também estarão à disposição dos moradores, assim como as bicicletas que serão de uso de todos.

Para o idealizador do empreendimento, Amauri Ceceli, diretor executivo da Braido Ceceli, o condomínio valoriza o espaço compartilhado: “O empreendimento oferecerá unidades com 42m² para o morador, mas a ideia é não oferecer só o apartamento, e sim algo muito maior, como uma extensão da casa dele. Com espaços públicos como a lavanderia e utensílios que podem ser guardados no prédio, a área útil do apartamento aumenta. Então, além do espaço da unidade, a pessoa terá espaços públicos com condomínio reduzido”. A concepção de moradias compartilhadas já é realidade em metrópoles como Nova York e cidades da Europa, pioneiras em economia compartilhada, não muito distante do Brasil.

Por Paula Lopes Oliveira

Imagem: Divulgação

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