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Faturamento da indústria de máquinas cresce 5,3% em maio, diz ABIMAQ

Faturamento da indústria de máquinas cresce 5,3% em maio, diz ABIMAQ

O faturamento líquido da indústria brasileira de máquinas e equipamentos somou R$ 6,03 bilhões em maio, 5,3% acima do valor verificado no mesmo mês do ano anterior. Na comparação com abril, houve aumento de 24% no faturamento das companhias de bens de capital mecânicos. Os dados foram divulgados na tarde desta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), que representa o setor.

O consumo aparente — que mede a demanda interna por máquinas, uma vez que considera as vendas domésticas mais as importações — apresentou queda de 13,3% no mês passado, na comparação com o mesmo período de 2016. Em relação a abril, porém, o total de R$ 7,12 bilhões representara um aumento de 20,5%.
Segundo a associação, as exportações do setor cresceram 1,3% em maio, em base anual, somando US$ 705,07 milhões. Enquanto isso, as importações totalizaram US$ 914,53 milhões no mês passado, queda de 23,8% em um ano. Com isso, o setor teve déficit comercial de US$ 209,46 milhões, o que representa uma redução de 58,4% na comparação com o mesmo mês de 2016.
A ABIMAQ mostra ainda que o setor de máquinas e equipamentos encerrou o mês de maio com 291,2 mil pessoas ocupadas, o que representa uma leve queda de 0,2% em relação a abril. Na comparação com maio de 2016, o que significou um corte de 17,1 mil postos de trabalho — redução de 5,6%.
Ano
A associação vê como cenário mais provável que o setor termine 2017 com a quarta queda consecutiva no faturamento. Considera, portanto, pouco provável a realização da projeção feita no início do ano de pequeno aumento de 5% na receita líquida. “Nos daríamos por felizes se conseguíssemos manter o faturamento”, disse o diretor de competitividade da entidade, Mario Bernardini.
Para isso, porém, ele destaca que ainda seria necessário que os resultados nos próximos meses fossem “consistentemente” acima dos vistos no ano passado.
“O que é algo relativamente otimista.”
A previsão inicial, destacou, levava em conta uma possibilidade de retomada em linha com as expectativas de recuperação da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). “Infelizmente, os últimos acontecimentos políticos contaminam o ambiente econômico.”
Segundo o presidente da entidade, João Marchesan, havia um clima de maior fechamento de negócios no primeiro quadrimestre, com a realização de diversas feiras do setor. Com a crise de confiança instalada pela delação dos acionistas da JBS, porém, as intenções de compra “entraram em compasso de espera”.
Nas exportações, ainda que tenha havido um aumento de 1,3% no mês de maio e de 1,1% no acumulado do ano, o dólar em torno de R$ 3,30 ainda está abaixo dos R$ 3,9 que a associação entende ser um patamar competitivo.

Por Valor Econômico

Foto: Ilustrativa | Mega Moveleiros

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